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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Azeite de Oliva e seus beneficios




Azeite de Oliva  e seus beneficios



Mesmo que o uso do azeite de oliva seja milenar, não se sabe ao certo qual é a sua verdadeira origem. O que se sabe é que a árvore da qual ele é proveniente, a Oliveira, já é cultivada há mais de 5 mil anos em regiões como a Ásia Menor e o Mediterrâneo Oriental.

A palavra azeite é proveniente do vocábulo árabe “Az-zait” e significa “sumo de azeitona”. Sabe-se também que os primeiros povos a consumi-lo foram os fenícios, sírios e armênios. Sua expansão para a Europa e o Ocidente ficou a cargo dos gregos e romanos, mas durante séculos seu uso foi restrito aos povos do Mediterrâneo. Apenas no século XVI o azeite chegou à América, trazido pelos espanhóis.
Com o passar dos anos, ele agregou diversos usos que vão desde o medicinal, passando pelo uso cosmético e estendendo-se até ao uso culinário. Isso porque seu primeiro uso, feito pelos povos mesopotâmicos, foi como remédio para alívio de dor e para a cura de feridas. Já no Império Romano era usado como produto de beleza, com a finalidade de amaciar pele e cabelos.

Hoje, o azeite de oliva é um clássico da culinária e tornou-se ingrediente indispensável na dieta mediterrânea, além de estar presente na cozinha dos grandes chefs, pois ao ser adicionado à comida proporciona sabor e aroma peculiares.

Seu uso traz benefícios à saúde, pois é rico em vitamina E, possui outros antioxidantes naturais (caroteno e polifenóis), auxiliando o organismo no combate aos radicais livres, prevenindo os efeitos nocivos da idade e do envelhecimento. É válido ressaltar também que sua composição é rica em ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, permitindo um equilíbrio saudável entre os dois tipos de colesterol, o bom e o ruim. O seu consumo também causa a diminuição do risco de aparecimento e agravamento da artrite reumatoide.

O título de “Extravirgem” dado a alguns azeites disponíveis para comercialização é atribuído à forma como ele foi produzido: processado “a frio” e mecanicamente, ou seja, as azeitonas podem ser espremidas inteiras, sem qualquer adição de solventes químicos ou qualquer outra técnica de extração.

Há diferentes estágios de classificação para os azeites. Eles são determinados pela porcentagem de ácidos oleicos contidos. O primeiro é o azeite extravirgem, que não pode ter mais de 0,8% de acidez nem apresentar defeitos, que são definidos e regulamentados pelo Conselho Oleícola Internacional. Em segundo, está o azeite de oliva virgem, que é produzido mecanicamente, e sua acidez não ultrapassa os 2%. Já o terceiro é o azeite de oliva refinado, que apresenta alta acidez.

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